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Última revisão em 2025-09-19. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
Nas ciências da vida, a fluorescência é usada em geral como método não destrutivo para rastrear ou analisar moléculas biológicas por sua emissão em uma frequência específica sem fundo da luz de excitação, pois relativamente poucos componentes celulares são naturalmente fluorescentes. Essa fluorescência natural é chamada de intrínseca ou autofluorescência. Uma proteína ou outro componente também pode ser "marcado" com um fluoróforo extrínseco, um corante fluorescente que pode ser uma molécula pequena, uma proteína ou um ponto quântico e tem muitas aplicações biológicas. A quantidade de um corante pode ser medida com um espectrofluorômetro. Outras aplicações incluem:
Fontes: pt.wikipedia.org
==== Microscopia ==== A varredura da intensidade de fluorescência ao longo de um plano produz microscopia de fluorescência de tecidos, células ou estruturas subcelulares. Um anticorpo é marcado com um fluoróforo e se liga ao antígeno-alvo na amostra. A marcação de vários anticorpos com fluoróforos diferentes permite visualizar vários alvos na mesma imagem, em canais distintos. Microarranjos de DNA são uma variação dessa técnica. Na imunologia, um grupo químico fluorescente é ligado a um anticorpo. Os locais onde o anticorpo se liga, por exemplo em uma amostra microscópica, podem ser vistos e quantificados pela fluorescência. FLIM, microscopia de imagem por tempo de vida de fluorescência, pode detectar certas interações biomoleculares que alteram os tempos de vida da fluorescência. Na biologia celular e molecular, a colocalização pode ser detectada com anticorpos marcados por fluorescência para a identificação seletiva de antígenos de interesse, usando programas especializados como o ImageJ.
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==== Outras técnicas ==== FRET, transferência de energia por ressonância de Förster, também chamada de transferência de energia por ressonância de fluorescência, é usada para estudar interações entre proteínas, detectar sequências específicas de ácidos nucleicos e construir biossensores. O tempo de vida da fluorescência, medido por FLIM, pode fornecer uma camada adicional de informação. Na biotecnologia, biossensores baseados em fluorescência são estudados como possíveis biossensores fluorescentes de glicose. O sequenciamento automatizado de DNA pelo método de terminação da cadeia usa uma marca fluorescente específica para cada uma das quatro bases terminadoras. À medida que as moléculas de DNA marcadas são separadas, uma fonte ultravioleta excita o marcador, e a base que termina cada molécula é identificada pelo comprimento de onda da luz emitida. FACS, ou separação celular ativada por fluorescência, é uma técnica de separação celular usada para separar linhagens celulares diferentes, em especial as isoladas de tecidos animais. Na detecção de DNA, o brometo de etídio em solução aquosa apresenta pouca fluorescência porque ela é suprimida pela água. A fluorescência aumenta muito depois que o composto se liga ao DNA, o que o torna útil para visualizar a posição de fragmentos em eletroforese em gel de agarose. O etídio intercalado fica em um ambiente hidrofóbico entre os pares de bases do DNA, protegido da supressão pela água, que é excluída de seu ambiente local. O brometo de etídio pode ser carcinogênico. Uma alternativa possivelmente mais segura é o corante SYBR Green.
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FIGS, cirurgia guiada por imagem de fluorescência, é uma técnica de imagem médica que usa fluorescência para detectar estruturas devidamente marcadas durante cirurgias. A fluorescência intravascular é uma técnica de imagem médica baseada em cateter que usa fluorescência para detectar características de alto risco da aterosclerose e dispositivos de stent vascular não cicatrizados. A autofluorescência de placas foi usada em um primeiro estudo em seres humanos nas artérias coronárias em conjunto com tomografia de coerência óptica. Agentes moleculares também foram usados para detectar características específicas, como o acúmulo de fibrina em stents e atividade enzimática ligada à inflamação arterial. SAFI, sigla de species altered fluorescence imaging, é uma técnica de imagem usada em fenômenos eletrocinéticos e microfluídica. Ela usa corantes não eletromigrantes cuja fluorescência é facilmente suprimida por espécies químicas migrantes de interesse. Os corantes costumam ser distribuídos por todo o fluxo, e a supressão diferencial de sua fluorescência pelos analitos é observada diretamente. Ensaios baseados em fluorescência podem ser usados para a triagem de substâncias químicas tóxicas. Esses ensaios ópticos misturam corantes fluorescentes sensíveis ao ambiente com células de pele humana que produzem padrões de espectros de fluorescência. A abordagem pode reduzir a necessidade de animais de laboratório em pesquisa biomédica e na indústria farmacêutica.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)